O produtor rural do Sul de Minas Gerais atravessa um cenário de margens cada vez mais estreitas. Pressionado pelo alto custo dos insumos agrícolas e pelas constantes instabilidades climáticas, que acabam sendo intensificadas por fenômenos globais como o super El Niño, o campo encontra na eficiência técnica a sua principal rota de fuga para proteger a rentabilidade.
"Não há mais margem financeira para erros, é preciso focar obsessivamente em produtividade para conseguir diluir os custos operacionais", explica o engenheiro agrônomo e gerente comercial da Fortgreen e F1rst no estado de Minas Gerais, William Lourenção.
Segundo o especialista, a virada de chave está no uso estratégico de ferramentas validadas por instituições de pesquisa. "O mercado tem migrado fortemente para o uso de fertilizantes especiais de liberação gradativa, insumos biológicos e produtos que inibem o estresse térmico e a insolação. É um pacote tecnológico focado em extrair o máximo de eficiência da planta", complementa.
O alerta e as soluções para esse cenário foram os temas centrais de eventos que movimentaram o setor produtivo no início de setembro, como a 19ª Feira de Negócios da Capebe (em Boa Esperança) e a Fenecoop, realizada pela Coopervass (em São Gonçalo do Sapucaí). Longe de serem apenas vitrines comerciais, os eventos cooperativistas se consolidaram como polos de transferência de tecnologia.
Foi nesse cenário de troca de experiências e networking estratégico que especialistas do setor alertaram para a necessidade urgente de mudar a forma como o produtor aplica seus investimentos na lavoura. No entanto, possuir o melhor insumo não é garantia de sucesso se ele não chegar ao alvo correto.
Estudos agronômicos comprovam que, sob condições climáticas inadequadas e sem a devida calibração dos equipamentos, até 70% do ingrediente ativo pago pelo produtor jamais atinge o alvo biológico. Essa perda ocorre principalmente por evaporação das gotas antes de tocarem a folha ou por deriva (quando o vento leva o produto para fora da área de interesse).
"Corrigir a tecnologia de aplicação é a forma mais rápida e direta de aumentar a lucratividade na fazenda hoje", afirma o engenheiro agrônomo e coordenador de Desenvolvimento de Mercado da Fortgreen, Wiliam Cassiano.
Com experiência em treinamentos práticos em 13 estados brasileiros, ele destaca que a pulverização exige precisão cirúrgica. "A aplicação perfeita se baseia em quatro pilares: identificar o alvo, escolher o produto e os adjuvantes corretos, calibrar o equipamento com as pontas e vazões ideais, e respeitar a janela climática. Ignorar a umidade relativa do ar ou o risco de inversão térmica é literalmente jogar dinheiro fora", alerta.
O cooperativismo como motor tecnológico
O consenso nos dois eventos é que o acesso a essas tecnologias de ponta, incluindo a nova era de pulverização via drones (que operam com baixíssimo volume de calda), só ganha escala graças ao modelo de negócios da região.
"Não podemos esquecer do papel fundamental da cooperativa em levar essas inovações, aliadas a uma assistência técnica especializada, para dentro da porteira. Andar lado a lado com o produtor na tomada de decisão da safra é o que garante a sustentabilidade e a lucratividade do negócio. Isso é o verdadeiro cooperativismo", finaliza Lourenção.
Sobre a Fortgreen
Há mais de 20 anos, a Fortgreen se dedica a transformar a agricultura por meio de soluções inovadoras em nutrição e tecnologia de aplicação. Presente em sete países (Brasil, Paraguai, Bolívia, Colômbia, Romênia, Reino Unido e Polônia), a empresa se destaca pelo desenvolvimento de tecnologias de ponta e pelo suporte técnico altamente especializado.
Desde 2019 faz parte do Grupo Origin Enterprises PLC, fortalecendo o compromisso com pessoas, pesquisa, inovação e qualidade para atender às demandas do campo com excelência.
A infraestrutura conta com um moderno parque fabril de 10 mil m² em Paiçandu (PR) e de 6,3 mil m² em Varginha (MG), além de centros de distribuição estratégicos em todo o Brasil, garantindo eficiência e proximidade com o produtor rural.
Saiba mais em www.fortgreen.com.br
Sobre a F1rst Agbiotech
Fundada em 2022, a F1rst Agbiotech nasceu com o propósito de transformar a agricultura por meio de soluções biológicas inovadoras. A empresa, com sede e fábrica em Paiçandu (PR), dedica-se a pesquisar, desenvolver e aplicar tecnologias que utilizam a inteligência da natureza para promover lavouras mais produtivas e sustentáveis.
Assim como a Fortgreen, faz parte do Grupo Origin Enterprises PLC, com presença na América Latina e na Europa. A F1rst combina conhecimento científico e experiência de campo para oferecer bioinsumos de alta performance, contribuindo para o futuro da agricultura e para a rentabilidade do produtor rural.
Saiba mais em www.f1rstagbiotech.com.br
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