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Sexta-feira, 17 de Abril de 2026

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Sindigás comenta Portaria Interministerial que define preços de referência do Programa Gás do Povo

Ainda assim, o setor está preparado. Cada distribuidora, individualmente, vem avaliando, junto aos seus revendedores parceiros, os impactos locais e buscando soluções adequadas a cada realidade, de forma a garantir o bom funcionamento do programa e o abastecimento contínuo da população beneficiada.

Sindigás comenta Portaria Interministerial que define preços de referência do Programa Gás do Povo
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O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) apoia a iniciativa do Governo Federal de aprimorar o Programa Gás do Povo, especialmente pela criação de um mecanismo de destinação específica, que confere mais transparência e previsibilidade à política pública.

Como é de conhecimento geral, o Sindigás não comenta preços. Por isso, não cabe à entidade opinar sobre os valores de referência definidos pela Portaria Interministerial MME/MF nº 2/2025, que servirão de base para as indenizações às revendas em cada transação do programa. A entidade entende que a política está em construção e que, a partir do início do próximo ano, o preço será novamente objeto de análise pelo Comitê Gestor.

A partir dos preços monitorados pela ANP, é possível observar diferenças relevantes entre o valor de mercado e o preço de referência estabelecido para alguns estados. Em determinadas regiões, essas variações podem representar desafios à adesão de postos revendedores de GLP.

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Ainda assim, o setor está preparado. Cada distribuidora, individualmente, vem avaliando, junto aos seus revendedores parceiros, os impactos locais e buscando soluções adequadas a cada realidade, de forma a garantir o bom funcionamento do programa e o abastecimento contínuo da população beneficiada.

“Vamos avaliar caso a caso, município a município, parceiro comercial a parceiro comercial e faremos acontecer”, sintetiza o presidente do Sindigás, Sergio Bandeira de Mello.

A Caixa Econômica Federal já realizou reunião com as distribuidoras para explicar, em detalhes, a sistemática do modelo operacional, suporte e canais de atendimento, credenciamento das revendas e pagamento dos benefícios. Em caso de necessidade de ajustes, as contribuições do setor serão apresentadas de forma técnica e construtiva ao MME. O Sindigás reitera que as distribuidoras e seus revendedores parceiros estão mobilizados para fazer o programa acontecer, com a confiança de quem há décadas assegura o abastecimento de gás de cozinha em todo o território nacional.

O Sindigás reafirma seu compromisso com o diálogo institucional e sua disposição em colaborar com o Governo Federal e os demais agentes da cadeia para fortalecer as políticas públicas voltadas à ampliação do acesso ao gás liquefeito de petróleo (GLP) e ao combate à pobreza energética no país.

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Redação Brasília Geral -DF

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