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Sabado, 17 de Janeiro de 2026
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"Faremos o que for necessário", diz Netanyahu sobre plano de assassinato do líder supremo do Irã

A declaração foi feita após ser questionado sobre o conteúdo da reportagem. “Há tantos relatos falsos de conversas que nunca aconteceram”, afirmou Netanyahu. Em seguida, acrescentou: “mas posso dizer o seguinte: faremos o que for necessário. E acredito que os Estados Unidos sabem o que é bom para os Estados Unidos”.

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Em entrevista à Fox News, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, evitou comentar diretamente uma revelação feita pela agência Reuters neste domingo (15), de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vetou um plano israelense para assassinar o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei. No entanto, o chefe de governo israelense lançou um alerta: “faremos o que for necessário”.

A declaração foi feita após ser questionado sobre o conteúdo da reportagem. “Há tantos relatos falsos de conversas que nunca aconteceram”, afirmou Netanyahu. Em seguida, acrescentou: “mas posso dizer o seguinte: faremos o que for necessário. E acredito que os Estados Unidos sabem o que é bom para os Estados Unidos”.

De acordo com duas autoridades norte-americanas ouvidas pela Reuters sob condição de anonimato, Israel comunicou aos Estados Unidos que teria a chance de eliminar Khamenei, o mais alto dirigente da teocracia iraniana. A proposta foi, no entanto, rejeitada por Trump, que ainda mantém esperanças de reabrir negociações com Teerã em torno do seu programa nuclear.

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Segundo uma das fontes da reportagem, um alto funcionário do governo norte-americano, “os iranianos já mataram algum americano? Não. Até que façam isso, não estamos nem discutindo atacar a liderança política”. A fala sinaliza a linha vermelha traçada pela Casa Branca para qualquer ação direta contra figuras centrais do regime iraniano.

A recusa dos EUA ocorre em meio a uma escalada nas tensões entre Israel e Irã. Tel Aviv lançou recentemente um grande ataque contra alvos iranianos, com o objetivo declarado de interromper o avanço do programa nuclear do país persa. Desde então, autoridades dos dois países aliados mantêm contato constante, segundo os relatos.

Ainda conforme os informantes, não foi possível confirmar se a decisão de barrar a operação partiu diretamente de Trump. No entanto, ambos afirmaram que o presidente tem se comunicado com frequência com Netanyahu — o que reforça o grau de coordenação entre os governos.

Na sexta-feira (13), em outra declaração à Reuters, Trump disse:  "sabíamos de tudo” sobre os ataques israelenses. 

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Redação Brasília Geral -DF

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